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Indústria paranaense deve fechar o ano com saldo positivo
a indústria de transformação retomou o ritmo e deve encerrar 2017 com avanço na produção acima de 5% no Paraná
Redação Pérola Online News Pérola - PR
Postada em 18/12/2017 ás 15h36 - atualizada em 18/12/2017 ás 15h43
Indústria paranaense deve fechar o ano com saldo positivo

(Foto: Arquivo / AEN)

 


 


 


 


 


Indústria paranaense deve fechar o ano com saldo positivo


Depois da queda registrada em 2016, a indústria de transformação retomou o ritmo e deve encerrar 2017 com avanço na produção acima de 5% no Paraná. Segundo o governo estadual, o Paraná apresenta a maior taxa de crescimento da produção industrial no País neste ano. Em 2016, com a crise econômica, o setor havia registrado uma queda de 4,3%.


A projeção, feita pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes), toma como base a retomada do setor, que ganhou fôlego ao longo dos meses. De janeiro a outubro, o crescimento foi de 5%, de acordo com dados da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Regional, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ficou à frente de Mato Grosso (4,6%), Amazonas (4,4%) e Santa Catarina (4,1%).


O desempenho no acumulado do ano também é bem superior ao do Brasil, de 1,4% no período. Especificamente em outubro, na comparação com o mesmo período do ano passado, a indústria do Paraná cresceu 4,2%.


Máquinas e equipamentos


Em dez meses, o desempenho da indústria paranaense da transformação (que não inclui a atividade extrativa) foi puxado pelos setores de máquinas e equipamentos e automotivo, com crescimento de 48,2% e 18%, respectivamente. Com relação aos automóveis, o crescimento é atribuído à retomada do mercado interno, aumento das exportações e o lançamento de novos produtos. 


O setor de minerais não metálicos, que abrange a área de cimento e calcário, recebeu investimentos de várias fábricas nos últimos anos no Estado e registrou o terceiro maior crescimento, de 9%, no acumulado do ano.


Outros destaques foram a fabricação de bebidas (2,5%), de produtos de madeira (1,8%), celulose e papel (2,3%), borracha e material plástico (4,9%), metal, exceto máquinas e equipamentos (1,1%) e móveis (2%).

FONTE: Colaboração AEN
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